O ataque que fecha uma empresa hoje não é vírus: é sequestro de dados
O prejuízo raramente começa numa máquina infectada. Começa num e-mail que parecia do fornecedor, numa senha que vazou, num pendrive que alguém espetou. Em poucas horas o servidor está criptografado, o sistema de vendas não abre, a nota não sai — e o pedido de resgate chega em seguida.
Para uma empresa pequena ou média, o dano não é só o dinheiro do resgate. É o dia parado, o cliente que não foi atendido, o histórico fiscal que sumiu e a conversa difícil com quem confiou os dados a você. Recuperar custa muito mais caro do que impedir, e quase sempre custa mais caro do que a proteção do ano inteiro.
É por isso que segurança deixou de ser um programa instalado e virou uma estrutura: proteção nas máquinas e nos servidores, controle do que entra, proteção do e-mail, uma console onde dá para ver o parque inteiro — e alguém responsável por olhar para ela.